domingo, 8 de Novembro de 2009

Lumiére.

fotos de Mark Gong







terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Celebrating some famous


DANCING SCENES!



Tom Cruise
RISKY BUSINESS, Paul Brickman (1983)



John Travolta & Uma Thurman
PULP FICTION, Tarantino (1994)



LITTLE MISS SUNSHINE, Jonathan Dayton, Valerie Faris (2006)



Anna Karina
VIVRE SA VIE, Godard (1962)



BANDE À PART, Godard (1964)



NAPOLEON DYNAMITE, Jared Hess (2004)



8 1/2, Fellini (1963)



6 FEET UNDER (DANCE AND DREAM SEQUENCES), Allan Ball (2001)



ANGELS IN AMERICA (2003)




Lelie Cheung
DAYS OF BEEING WILD, Wong Kar Wai (1991)




Julie Delpy
BEFORE SUNSET, Richard Linklater (2004)

E há mais mil.


Postado no meu antigo blog Somnambulichtigen, a 07/03/08

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

YSL + Pitt.





O GRANDE PLANO DE
Michael Pitt
que abriu o desfile de Outono de Yves Saint Laurent em Paris.

domingo, 25 de Outubro de 2009

A taxidermia artística de



Polly Morgan






AUDREY KAWASAKI SOLO SHOW.

ENTREVISTA COM
Audrey Kawasaki
Exposição- “Watching Shadows” ou “Kageboushi”
@ Space Yui (Japão)







( efectuada e publicada pelo blogue Arrested Motion)


Arrested Motion (AM): Can you tell us a little about your show at Space Yui? Have you named the show yet? You mentioned in your blog that you were struggling a bit with this body of work.


Audrey Kawasaki (AK): This coming show at Space Yui is my first show in Japan. Its titled “Watching Shadows ~Kageboushi~”. And yes, I did feel a bit of struggle, but that’s how it always is recently, which is expected. It would be boring if it was all a breeze.

I am nervous though, since it will be my first show there and I’m not sure how it will all be received. I’m also not familiar with the art scene/market in Japan. I sense that the fine art demand and audience is more specific and limited, but that’s only my assumption. It would be so exciting though if my work can be accepted there. We shall see…


AM: We learn so much about Japan and it’s culture just by following your blogs, and we can definitely tell how much you love it. What does it mean for you to be having your first solo show in Japan? Are you feeling any different about this show compared to others?


AK: I’ve always wanted to show in Japan, but didn’t expect to, since I don’t have many connections there. Thankfully, I met Mr. Ito who is taking care of all relations and business aspects there. But yes, I do love Japan’s culture. When I visit, It’s like a dream world. Completely surreal. I’ve mentioned before in other interviews that ever since I was little I’ve been deeply connected to Japan and its culture and media. For myself and many others who live here, its a peculiar feeling to be connected to two distinct worlds. I don’t wish to live there though. I like it here. But, it’s always nice to have somewhere else to belong to. As for my work for this show, it didn’t feel too different preparing for it. There is one painting that was inspired by my recent visit there in March. And I would be interested in exploring that idea a bit.


AM: If we are not mistaken, you are using some of the unique woods you purchased at Tokyu Hands for some paintings in this show. Did you try to use other materials from Japan for paint ideas related to Japan in this body of work?

AK: Tokyu Hands is awesome! There is this one section with wood materials and exotic panels used for crafts, etc. and I wish to take it all home! When I visited in March, I intended to collect a lot more materials and inspirational books and sorts, but was limited in time. Hopefully, when I go for the show I will be more successful. I hope to take many more photos of the city and buildings. My usual works usually incorporate animals and floral, organic, natural images and patterns, so maybe it will be interesting to explore something more urban.


AM: Rumors are that you’re thinking of taking a well-deserved hiatus from painting after your Australia show next year. Any truths to that rumor? Are there any projects or other things you would like to do if you could take a break from gallery work?

AK: Plans for next year are not for certain. I do plan for a show in Australia, and perhaps again in Japan, depending on how this one goes. It would be ideal to take a few months off at some point or at least have time where there isn’t a scheduled show and deadline coming up real soon. It’s been years since the last time I painted for myself, as in not for a show. It would be nice to paint a painting that will hang on my own walls since everything I make gets immediately sent off. So, perhaps in 2011, I can have more personal time to work on other commissions or small projects, maybe work on releasing a book then. Not sure.

Kirsten canta "Turning Japanese".


curta metragem de Murakami
"Akihabara Majokko Princess"
com Kirsten Dunst


saber mais aqui

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

GÓTICO LOLITA:




Sabe-se por aqui da minha simpatia imutável pelo estilo "Lolita", em todas as suas nuances. Inspirando-se nas goth lolitas, o site de acessórios decarabia.co.uk disponibiliza colares adoráveis :




quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Vogue Itália (Novembro 08)

Editorial de Steven Meisel inspirado nos filmes de Ingmar Bergman.





Size Zero. Pop Magazine 2007.




( Scar Tissue versus Size Zero.)
Beth Ditto por Steven Meisel.

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Electro divas:


para lá da música, já por aqui faltava um indicador apontado ao atrevimento destas duas estrelas da pop dançável.
Lily Allen tem aparecido mais contida desde que aceitou ser a imagem malas Chanel para a próxima colecção. Com expoente em Gaga, duas meninas de excentricidade galopante e liberdade imensa, que ainda vão conseguindo surpreender.



Lily Allen





Lady Gaga




sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

GOD-ART.



Made in U.S.A.
GODARD (1966)

Uma experiência estética ousada de Godard, simultânea a um ensaio filosófico, desdobrado em simbologias constantes, sequência após sequência, prontas a ilustrar a ética e política, a estimular a reflexão filosófica e a óptica. Um filme de diálogos brilhantes e composição visual pormenorizada, em que menção constante à sociedade de consumo americana e à cultura pop se une a uma mensagem dual sobre a política. Nunca conclusivo, Godard apresenta-nos à luta e à complementaridade entre as facções esquerda e direita, sob a forma de um thriller de espionagem, protagonizado por Anna Karina.
A música "As tears go by" (dos Rolling Stones) intercala as sequências e adicionando-lhes o tom melancólico desta canção, single de uma jovem Marianne Faithfull, que vai surgindo ao longo do filme.
















domingo, 16 de Agosto de 2009

Parece que gostei de torres torcidas...

Aqui vos deixo, portanto, mais exemplos de arquitectura deturpada e espantosa por esse mundo fora, construções que, à primeira vista, põem em causa a solidez do betão.



Projecto de "Dubai Towers" para Istambul.


Projecto de "Revolution Tower", para a cidade do Panamá.


Fordham Spire, Chicago, também desenhada pelo arquitecto Santiago Calatrava.


Infinity Tower, 80 andares, na Marina de Dubai. Construção terminada em Dezembro de 2008, assinada pelo escritório de arquitectura Skidmore Owings & Merril.

A Torre Torcida em Malmö



A partir de uma escultura de dois metros chamada "Twisting Torso", o arquitecto espanhol Santiago Calatrava deparou-se com o desafio de a transformar em edifício. O "Turning Torso" foi então inaugurado a 15 de Outubro de 2006, na cidade de Malmo na Suécia. Tem 264 metros de altura, 2500 janelas inclinadas em nove cubos torcidos, numa configuração impressionante que, com base em ilusões de óptica, parece desafiar as leis da gravidade.

sábado, 15 de Agosto de 2009

COCO ANTES DE CHANEL.


Coco Avant Chanel
ANNE FONTAINE (2009)


Entrevista a Catherine Leterrier, figurinista de “Coco Avant Chanel” por Ana Pinho para o Portal SPFW.


Para “Coco Antes de Chanel”, você precisou criar o vestuário para um dos maiores ícones da moda. Foi um desafio?
Foi, mas como [a directora] Anne Fontaine quis mostrar o verdadeiro começo de Chanel, pensei que seria interessante criar o figurino para a personagem usando o código Chanel que viemos a conhecer depois. Por exemplo, uso cores como preto, bege e off-white, e tecidos que ela preferiu mais tarde. No filme, todos os visuais que criei são antes de ela se tornar uma estilista, quando era uma milliner [criadora de chapéus]. Exceto no final, quando há um desfile com o resumo de seu trabalho – estas peças escolhi no museu da Chanel.

Como foi a sua pesquisa?
Pesquisei o período como faço em qualquer filme, e também me inspirei em fotos famosas da própria Coco. Introduzi peças com base nas fotos, como as listas de marinheiro que ela usou mais tarde. Há uma cena em que ela está na praia e vê pescadores usando roupas listadas, o que lhe dá a ideia. É antes da década de 1930 [o filme se passa nos anos 1910], mas poderia ter acontecido. Também introduzi o tweed, com o qual ela trabalhou a vida toda e que foi inspirado no Duque de Westminster. Fiz Étienne Balsan, seu amante na época, usar tweed para fazê-la usar o tecido no filme.
Há todo tipo de pistas… Tentei colocar no filme o maior número de características que mais tarde tornariam-se famosas. Há preto e vermelho, paetês pretos, o famoso laço no cabelo, canotiers. Faço-a usar uma gravata preta em laço por cima de uma camisa branca. Você vê muitos detalhes.

Existiam quantas pessoas na sua equipa?
Há uma equipe no set e uma equipe para fazer as peças. A segunda é antes das filmagens, e consistia em cerca de 50 pessoas. No set, dependia do dia porque quando há muitos extras, há muitas pessoas no local.

Você também fez as roupas dos figurantes?

Não. Fiz todos os chapéus, mais ou menos 800.

São muito chapéus!
São muitos, mas os chapéus disponíveis não eram do tamanho certo, pareciam velhos. Nas partes em que Chanel era milliner, eu queria que os figurantes usassem chapéus que parecem muito complicados, exagerados, do jeito que Chanel não gostaria que fossem – os dela eram diferentes, arquitetônicos. Precisei fazê-los, mas aluguei alguns, comprei outros em mercados de pulgas, fiz uma mistura.

Como era uma dia no set de “Coco Antes de Chanel”?
Audrey Tautou chegava uma hora e meia antes, para fazer maquilhagem, cabelo e ficar pronta – vestir corsets demora um pouco. Eu ia ao set quando era uma roupa nova, para checar que tudo seria como deveria ser. Não ficava durante a gravação porque precisava fazer outras coisas, como fittings para a próxima cena. Aqui, tinha duas equipes: uma para passar o dia no set e outra que ia comigo preparar a próxima cena.

Houve algum problema com o figurino?
Na verdade, não.

Muito Chanel.
[Risos] Tínhamos que costurar bastante no set.

Há alguma peça especial para você?
Há um vestido que Chanel rouba quando é cantora de cabaré, para usar em um teste. Ele é rosa avermelhado, ao estilo das cantoras e dançarinas de cabaré da época. Foi divertido criá-lo, não é Chanel. É meigo.

Foi publicado que você colaborou com Karl Lagerfeld no filme. É verdade?
Nós encontramos uma vez. Ele foi muito simpático, olhou meus designs, mas não esteve muito envolvido até a última filmagem, quando Audrey Tautou está usando um terninho que Chanel usava nos anos 1960. Eu não queria recriar algo que era verdadeiramente Chanel, me sentia livre porque criava as coisas num período antes da maison existir. Achei que seria mais justo se a Chanel, e eventualmente Karl, produzissem o que precisávamos.

Há outro período na vida da estilista com o qual você gostaria de ter trabalhado?
Acho que o período em que ela estava com outros artistas como Pablo Picasso, Igor Stravinsky e Jean Cocteau, todo aquele movimento artístico francês, teria sido interessante.

Última pergunta: você fica com as roupas?

Na verdade, elas estão em turnê – acredito que irão para o Brasil em breve -, e a Cinemathèque e a Chanel pediram para ficar com algumas peças depois.

E você?

Não guardo nada, na verdade. Guardo meus croquis, e é só.

sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Olhar sobre



Momento de "Paris, Je T'aime", do segmento de Assayas.

Da passadeira de alta costura do outono Chanel

eis o meu eleito deste ano:

Paris Fashion Week 2009



Cristian Lacroix


Chloe



Lanvin



Louis Vuitton



Valentino



Elie Saab


Dial for Diva:




Ornella Muti

Satírico, visionário e estilizado.




(Opening Scene)


Qui êtes-vous, Polly Maggoo?
WILLIAM KLEIN (1966)









NEOREALISMO.












Photographer: Wendy Bevan
Model: Elisa Sednaoui
Marie Claire Italy May 2009

VIA Camille la fille

10 Olhares Adolescentes.


GUS VAN SANT


5. MALA NOCHE (1985)








6. ELEPHANT (2003)







7. PARANOID PARK (2007)
Alex: I just feel like there's something outside of normal life. Outside of teachers, breakups, girlfriends. Like, right out there, like outside - there's like different levels of... stuff.









THOMAS VINTENBERG

8. DEAR WENDY (2005)





GREGG ARAKI

9. MYSTERIOUS SKIN (2004)






JOHN HUGHES

10. THE BREAKFAST CLUB (1985)



10 Olhares adolescentes.

Gerações à deriva.
Retratos ao jeito de

LARRY CLARK



1. KIDS (1995)

"Telly: When you're young, not much matters. When you find something that you care about, then that's all you got. When you go to sleep at night you dream of pussy. When you wake up it's the same thing. It's there in your face. You can't escape it. Sometimes when you're young the only place to go is inside. That's just it - fucking is what I love. Take that away from me and I really got nothing."








2. BULLY (2001)
"Turn those goddamn lights off."




3. KEN PARK (2002)
"Tate: I killed my grandfather, because he is a cheater who likes to tell war stories, and I killed my grandmother because she's a passive-aggressive bitch who doesn't respect my privacy."








4. WASSUP ROCKERS (2005)
"The mexican Ramones"







A bit of Bourdin.








quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Novo olhar:


Jean Pierre Braganza
(site)




Nota máxima de caracterização para


Public Enemies
Michael Mann, 2009

O glamour da década de trinta, detalhado nas caracterizações de Marion Cottilard e Johnny Depp, habilmente fundidas com todo um cenário trabalhado ao pormenor. Vontade de Mann de veracidade, num filme fiel em narrativa e direcção artística aos factos que o precedem, a partir da história do bom criminoso John Dilinger, o Robin Wood americano. Parece que a capital portuguesa dos chapéus, S. João da Madeira, teve colaboração neste guarda-roupa: o design dos chapéus usados pelo elenco esteve a cargo do chapeleiro Graham Thompson, dono da marca Optimo Hats, que escolheu para a confecção os filtros da empresa portuguesa Fepsa, que é, segundo ele, "a melhor fabricante de feltro para chapéus em todo o mundo".







Era uma vez...

Jóias de encantar na lojinha virtual Fairy Tales and Post-it Notes.
Vale a pena visitar.


MADONNA MIA!


Ela é Madonna, ela é Louis Vuitton. Foi na colecção passada que a Louis Vuitton escolheu a Material Girl para poses perante o fotógrafo Steven Meisel, com o objectivo de vender a marca. O resultado enche os olhos com as formas desta cinquentona.